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Existem três fatores básicos que fazem um cliente comprar ou não da sua empresa: preço, produto e atendimento. O atendimento engloba todas as suas etapas, pré-venda, venda e pós-venda. Porém, devido à acirrada competitividade de mercado, o que os consumidores esperam mesmo é preços baixos, produtos de qualidade com excelente atendimento. Se você está tendo muita rotatividade é porque um destes fatores não está bem implantado, ou dois deles, ou os três. Para evitar a rotatividade é preciso desenvolver ações permanentes de pós-venda, para identificar níveis de satisfação e de insatisfação com a empresa, com o produto, com os preços ou com o atendimento e assim, poder corrigi-los. Uma outra questão muito comum na rotatividade são aquelas empresas que focam sua comunicação em produto e preço. Essas ações, além de não promover recall da marca, atraem os chamados “caçadores de preços”, são clientes caros, que vieram de um investimento em mídia, compram com uma margem de lucro estreita e vão embora, pois a empresa também não possui uma estratégia de fidelização. A melhor maneira de evitar a rotatividade portanto, é estar atento ao que seus clientes querem, ouvindo-os através de diferentes ferramentas de marketing e implantar estratégias de fidelização. |
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O mundo está mudando com muita rapidez. A concorrência cresce a cada dia e a competição está cada vez mais acirrada. Os produtos são similares, os preços são competitivos e o grande diferencial está no atendimento, em todas as suas etapas. Os clientes de hoje não compram produtos, compram satisfação e exigem qualidade crescente a preços menores, ganha a guerra de mercado quem oferecer tudo isso acrescido de uma vantagem extra, ou seja, um pacote de benefícios. Atualmente, fidelizar clientes é tão ou mais importante que planejar ações visando a conquista de novos consumidores. Uma empresa que não desenvolve uma estratégia de fidelização terá que conquistar periodicamente um novo mercado, correndo o risco de ter seus clientes migrando para a concorrência, sempre que a mesma desenvolver ações promocionais de venda. Ação de fidelização significa manter continuadamente um vínculo mais estreito com a sua clientela, através de vantagens adicionais permanentes, não só de forma temporária, como acontece geralmente. A idéia central é agregar ao produto a motivação para a compra, não só pela qualidade da marca mas também pelas vantagens e benefícios que o cliente poderá obter. Manter um cliente atual é seis vezes mais barato que conquistar um novo e a indicação de sua marca,por um cliente bem atendido em seu círculo social é a mídia mais poderosa do mundo. Um cliente satisfeito indica para outros sete; um cliente insatisfeito, indica negativamente para mais 35. Portanto, conhecer seu cliente e fidelizá-lo é condição de “sobrevivência” na selva de mercado. |
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O volume de impactos visuais que recebemos nos dias atuais tem sido objeto de muitos pesquisadores e vêm resultando em diferentes ações. Uma delas, de maior repercussão, foi a campanha “ Cidade Limpa” implantada pela Prefeitura de São Paulo que teve por objetivo reduzir a poluição visual e liberar as áreas verdes e patrimônios da cidade. Em meio a esse grande “assédio visual”, existem milhares de marcas, como distinguir a sua? Uma logomarca bem feita, bem produzida deve expressar o conceito da sua marca, de vê ser capaz de promover recall, ou seja fixação da marca, com um mínimo de informações visuais, fácil de gravar, de bom gosto estético e forte apelo comercial. A padronização da marca é condição para o fortalecimento da mesma, caso contrário, empresas que não possuem marcas fortes, correm o risco de atrair clientes para seu ramo de atividades mas não para a sua marca. Por exemplo, um panfleto que fala da importância de se fazer um curso de idiomas pode levar consumidores a se matricularem no seu concorrente, caso sua empresa não tenha uma marca forte. Antes de fazer uma marca é preciso estudar vários fatores, dentre eles qual o público-alvo, quais as cores adequadas a este público, as cores adequadas ao produto; que tipo de design os principais concorrentes estão usando (pesquisa concorrencial de mercado); quais as tendências de design neste segmento... É preciso tomar cuidado na hora de definir sua marca, para que ela seja feita com profissionais que realmente entendem do assunto, que estudaram anos para isso e continuam estudando, se atualizando diante das novas tendências. Afinal, a marca é um patrimônio que irá acompanhar toda a vida de uma empresa, marcas como Kibon, Kodak, Nike, Garoto, Nestlé, etc...valem mais que seu patrimônio. É da construção de marcas fortes que vivem as franquias por exemplo. Pense nisso antes de contratar um amigo, um sobrinho, um “rapazinho que mexe com isso” para cuidar da identidade do seu patrimônio e desenvolver “uma idéia” que você teve, cuide do seu negócio que nós cuidamos da sua marca. |
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Este é um dos maiores problemas para o empresário e para a agência. A tecnologia, os avanços da informática e da comunicação, colocaram no mercado uma infinidade de opções de mídia com preços bastante diferenciados. A palavra do momento é a segmentação. Não se pode mais investir em todas as mídias para “ver se acerta” no seu público-alvo. Os veículos e estratégias têm um perfil de público bem definido, bem segmentado, é preciso identificar com profundidade os hábitos do seu público-alvo e escolher os veículos que melhor atendem a estes hábitos. Portanto o primeiro critério é conhecer o perfil do cliente e os veículos que falam com eles. Por exemplo, se o seu público é jovem, não adianta investir na mídia jornal, eles não lêem, mas se o seu produto é ligado à formação profissional, existem impressos específicos para esse fim. O outro critério são os objetivos que se pretende atingir e em quais prazos. Por exemplo, se seu objetivo é lançar um novo produto em médio prazo, sua verba deverá ser bem maior que fazer uma mídia de sustentação de marca, para garantir recall, que poderá ter uma freqüência menor, em longo prazo. Por outro lado, se você tem por meta mobilizar para um evento, é necessário fazer uma mídia concentrada num curto espaço de tempo.Alguns profissionais recomendam tomar como parâmetro 5% do faturamento bruto da empresa para investir em ações de marketing e publicidade. De qualquer forma, deve-se reservar uma verba mensal, de acordo com as possibilidades e necessidades da empresa e o plano de mídia atuar dentro dessa possibilidade, para que à medida que se investe se obtêm resultados, os investimentos crescem junto com o faturamento da empresa. Os investimentos em mídia devem ser feitos por profissionais especializados no assunto, que conhecem profundamente o perfil de cada veículo e irão considerar inúmeras variáveis na elaboração do seu plano de mídia, para que se possa de fato, garantir retorno nos investimentos feitos. |
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Muitos empresários costumam deixar de investir em propaganda e publicidade em meio às instabilidades do mercado, porém, é preciso lembrar que o cenário econômico, seja ele estável ou instável, é sempre ideal para divulgar a sua marca. Mas por que é sempre ideal? Porque a todo o tempo os consumidores precisam ter o “recall” da sua marca, já que a disputa pelo consumidor é mais acirrada em momentos de crise, onde os consumidores se planejam mais aonde irão investir, e se não há divulgação da sua marca, o dinheiro do seu cliente pode ser investido na marca do seu concorrente. Em outras palavras, oportunidades são chances oferecidas pelo mercado e que a empresa pode aproveitar para seu desenvolvimento e destaque, por isso é importante detectar as oportunidades a tempo de agir para aproveitá-las. Oportunidades perdidas têm como conseqüência o não aumento das receitas e do lucro da empresa. |
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É necessário criar uma interação entre eles. Embora sejam de Secretarias diferentes, é importante que os Secretários Municipais trabalhem em conjunto, de forma alinhada, e isso é possível através de seminários, encontros e elaboração de planejamento estratégico. Tudo isso é importante para poder direcionar linhas de ações, uma vez que as Secretarias devem manter o planejamento traçado pela Prefeitura na meta de governo. |
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Isso é muito relativo e depende do momento e da circunstância política do município. Além do voto popular, os políticos assumem as prefeituras com o auxílio das alianças que foram criadas envolvendo a questão de cargos posteriormente. Ou seja, é preciso definir cargos para políticos dos partidos que o apoiaram durante as eleições. Esse critério de escolha da equipe da gestão pública municipal, tem se mostrado ineficiente sob o ponto de vista de prestação de serviços públicos de qualidade à população local. O país, de um modo geral, precisa romper com esse modelo de gestão e passar a adotar critérios mais relacionados à competência técnica e é sobre ela que o gestor deverá se apoiar para confiar em sua equipe, ou seja, nos RESULTADOS. Um bom mandato é bom para quem elegeu, pois terá serviços de qualidade e de acordo com suas reais necessidades e é bom para o gestor, pois garante a continuidade de sua carreira pública. |
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Conhecer a vontade popular só é possível de um modo: ouvindo o povo. A participação da população na gestão pública municipal tem sido tratada de modo equivocado e ineficaz quase que na totalidade dos municípios brasileiros. De modo geral, esse relacionamento tem sido confuso e de difícil compreensão pelo cidadão comum. O quadro que se assiste é que a maioria tem desconhecimento dos programas e realizações governamentais; não identifica suas finalidades e benefícios; não sabe a quem deve procurar para a prestação de um determinado serviço; desconhece na esfera pública o gestor das realizações; não responde às ações participativas promovidas pela administração; queixa-se com freqüência de não ser ouvida; considera-se mal informada sobre as ações do governo municipal; demanda por serviços públicos que muitas vezes já existem; exige transparência e informação. As ações do orçamento participativo convidam, mas nem sempre mobilizam a participação popular. Muitas vezes as obras e projetos priorizados encontram barreiras jurídicas ou orçamentárias para sua execução, mas a população não é chamada a participar do processo, não recebe as informações de modo permanente e desconhece o funcionamento das normas, leis e regulamentos que regem a gestão, por isso, sustentam uma forte pressão para a realização de um projeto que, se municiadas de informação, poderiam ser encontrados novos caminhos. Um outro problema é o volume de obras e projetos que se acumulam a cada ano, por causa da lentidão administrativa inerente à gestão pública. É preciso então pensar num modelo que mantenha a população informada e avaliando o andamento do processo de cada projeto, elegendo novas prioridades ou sabendo com maior precisão os prazos de execução. Um bom mandato é voltado para os interesses coletivos da população, mas só será um bom mandato se o cidadão que passa o aval através do voto também o entender como bom, para isso, a premissa básica, é ouvir, fazer o que se pede e falar que fez, de modo contínuo e permanente. Assim, a participação popular é ação estratégica para que a gestão esteja a serviço do cidadão, atendendo seus desejos e necessidades. |
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Com ações tanto administrativas e de visibilidade, uma vez que a questão da geração da mídia espontânea, ou gratuita como é mais conhecida, que é aquela que repercute nos jornais leva o nome do líder político para população e para o mercado. A Comunicativa pode desenvolver essas ações ao elaborar pesquisas para desenvolvimento dessas ações e, consequentemente atendendo o desejo do povo. Geralmente confunde-se a necessidade de manter a população informada, motivada e mobilizada, com a propaganda política do gestor público, não que esta última não deva ser feita, mas não pode ser somente isso. A informação gerada através da comunicação é fundamental para que os cidadãos utilizem os serviços públicos e conheçam os benefícios gerados pela administração e mais, reconheçam o responsável por estes benefícios. Do que adianta ter um serviço de UTI móvel 24h se o cidadão não sabe e não usa? De que adianta ter um sistema de agendamento de consultas se as pessoas não sabem como funciona? É o conhecimento dos benefícios reais criados pela administração pública, ao longo de todo o mandato que traz como conseqüência a sustentação política do gestor e de seu grupo. O processo inverso, ou seja, não ter gerado os benefícios sociais ou criar e não informar, é o mesmo que não criar, não agrega valor, a população não tem suas necessidades atendidas e não cresce o capital político do grupo. Essa situação gera duas conseqüências graves: - Quando a comunicação governamental não consegue agregar valor durante o mandato (não informa, não mobiliza, não presta contas do que fez) – apresentar, no curto período eleitoral todas as realizações do mandato, ou seja, fazer em dois meses o que não foi feito em quatro anos e ainda, convencer o eleitor de que aquelas ações, das quais ele não participou, não usou, não se identificou, são boas e foram feitas pra ele e por ele, é uma tarefa dificílima, cara, dispendiosa que gera, um excesso de propaganda, cansativa, repetitiva, explicativa, na tentativa de convencer o eleitor que o mandato foi bom. - Quando o mandato, de fato, não realizou as ações prioritárias para a população – na eleição, será necessário então criar os “cenários”, gerar a famigerada “propaganda enganosa” – o candidato é produto do marketing e se eleito, sem mudar sua postura, terá vida curta na política. Implantar um planejamento estratégico de marketing governamental, que começa na transição ou na renovação das ações dos reeleitos, promovendo um efeito positivo do uso dos meios de comunicação, além de permitir maior visibilidade, pode também “prestar contas” aos contribuintes, das ações efetivas do gestor. Um bom mandato é voltado para os interesses coletivos da população mas só será um bom mandato, se o cidadão que passa o aval através do voto, também o entender como bom, para isso, a premissa básica, é ouvir, fazer o que se pede e falar que fez, de modo contínuo e permanente. Assim, a comunicação é ação estratégica para a sustentação política, para a eleição, reeleição, sucessão ou outro caminho na vida pública que se pretenda trilhar. |
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Através de planejamento estratégico, incluindo facilitadores econômicos como isenções fiscais e outras ações. A Comunicativa faz o levantamento das potencialidades do município, através de pesquisas, entrevistas, levantamento de campo e outras ferramentas que permitirão identificar a vocação econômica da região. Com base nos resultados desse estudo, serão desenvolvidas as estratégias de projeção e atratividade das empresas que atuam no mercado que mais se adéquam àquela realidade, visando otimizar o potencial econômico já instalado e minimizar os impactos sócio-econômicos ambientais de atividades discrepantes do cenário atual. |
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É preciso planejar a capacitação profissional em consonância com as atividades econômicas da região, ou seja, é fato incontestável a necessidade da qualificação, mas essa capacitação deve ter em mente a empregabilidade e este é o grande desafio. Se a gestão municipal traz indústrias para gerar emprego mas a população não está qualificada, quem irá ocupar essas vagas certamente serão pessoas de fora atraídas pelas oportunidades e que, não absorvidas pelo mercado de trabalho, formarão uma forte massa desempregada ao lado da população local que já exerce pressão de empregabilidade e consome os serviços públicos, aumentando o ônus social do município, a violência urbana e todas as conseqüências do impacto sócio-econômico dos grandes empreendimentos. Por outro lado, se a gestão qualifica sem a consonância da atividade econômica, o investimento feito no cidadão não impedirá o abandono do município em busca de emprego em outros centros. O grande desafio é o plano estratégico de implantação da qualificação concomitante com políticas de atratividade e fomento à atividade econômica em consonância para que tenham por meta oferecer maiores oportunidades de emprego e renda no próprio município, aumentando a qualidade de vida da população atual. |
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